Secas, inundações, deslizamentos de terra, instabilidade dos solos, tempestades tropicais, o aumento da temperatura, o degelo, a subida do nível médio das águas do mar… Situações apontadas como consequência do aquecimento global, provocado pela concentração dos gases com efeito de estufa.
Este efeito de estufa é um fenómeno natural e benéfico para a vida na Terra que mantém a temperatura do planeta a um nível adequado para o desenvolvimento da vida – mas tornou.se um problema com o aumento dos gases (sobretudo dióxido de carbono e metano) provocado pela ação humana. Atividades relacionadas com a indústria, a agricultura intensiva e a criação ou transporte de gado, bem como a queima de combustíveis fósseis como o carvão, petróleo ou gás teve como resultado a retenção de mais calor e o consequente aumento da temperatura do planeta.
De acordo com as Nações Unidas, o número de extremos climáticos, climáticos e hídricos estão a aumentar e tornar-se-ão mais frequentes e severos em muitas partes do mundo como resultado das alterações climáticas. Tratámos mal o planeta. E agora as consequências estão à vista.
Mas haverá algo a fazer? Será que ainda estamos a tempo?
Temos que acreditar que sim. Neste momento, e até dia 18 de novembro, está a decorrer no Egito a COP27, o maior encontro do mundo sobre mudanças climáticas que reúne os líderes mundiais numa discussão sobre o futuro do planeta e sobre as suas vulnerabilidades, as capacidades e os limites do mundo e da sociedade para se adaptar às mudanças climáticas.